Qualquer profissional de saúde reconhece a cena.
O radiologista abre uma tela atrás da outra só para descobrir quem está de plantão. O enfermeiro passa o turno curvado sobre um celular que não para de apitar. No fim das contas, nada disso é comunicação. É só ruído com cara de tecnologia.
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A passagem de plantão que depende da memória, de um bilhete ou de uma mensagem de WhatsApp que pode ou não ser lida. Quando funciona, funciona por sorte. Quando falha, vira evento adverso. No Brasil, a comunicação hospitalar ainda depende de apps pessoais. Sem registro, sem controle, sem conformidade.

No Brasil, ainda estamos no WhatsApp.
“87% dos profissionais usam apps pessoais para discutir casos clínicos, mas 56% não sabem se os dados estão seguros.”
St. George's University Hospital / NHS · 2019
O desafio assistencial.
A assistência depende de informação certa, na hora certa, entre as pessoas certas.
Mas quando a comunicação é informal, o fluxo se rompe. Passagens de plantão incompletas. Pendências que ninguém rastreia. Alertas que não chegam a quem decide. O resultado: condutas atrasam, eventos adversos aumentam e o que era evitável vira estatística.
Hospitais de referência internacional já entenderam que comunicação assistencial não é suporte. É infraestrutura clínica, tão essencial quanto prontuário, protocolo ou prescrição.
O problema que ninguém vê
Os números que ninguém deveria ignorar.
- 80%
- dos erros médicos graves envolvem falhas de comunicação durante transferências de cuidado.¹
- 70%
- das mortes evitáveis em hospitais têm a comunicação como fator determinante.²
- 40%
- dos processos judiciais por erro médico envolvem falhas de comunicação. Era 30% há dez anos. Subiu.³
- 15%
- dos custos hospitalares são desperdiçados com falhas na segurança do paciente.⁴
O que precisa mudar.
Instituições que estruturam sua comunicação reduzem riscos assistenciais, jurídicos e operacionais. Não é opinião. É o que os dados mostram. Comunicação estruturada significa que a informação certa chega à pessoa certa, no momento certo. Que alertas são priorizados por relevância clínica. Que escalas, equipes e papéis estão integrados ao fluxo. Que toda interação é registrada, rastreável e auditável. Isso não é um ideal futuro. É o mínimo que qualquer instituição de saúde deveria exigir da sua comunicação.
Fontes: ¹ The Joint Commission, Sentinel Event Alert nº 58 (2017) · ² IBSP, Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente · ³ CRICO/Candello, Harvard Medical Institutions (2025) · ⁴ OMS, Patient Safety Fact File (2019)
A solução
Comunicação Assistencial RocketMed.
A Rocket Med substitui a comunicação informal dos hospitais e clínicas por um ambiente institucional seguro e em tempo real.
- Menos ruído
- Rastreabilidade de ponta a ponta
- Informação crítica no momento certo, para a pessoa certa
Tudo o que a equipe hospitalar precisa. Em um único ambiente.


Fluxo clínico
Passagem de plantão estruturada.
- Passagem de plantão estruturada
- Pendências e problemas registrados por paciente
- Protocolos acessíveis
- Compartilhamento seguro de arquivos
Rastreabilidade
Auditoria completa de turnos.
- Auditoria completa
- Relatórios dos turnos com histórico
- Identificação de problemas nas comunicações


Organização
Escalas visíveis e editáveis.
- Escalas de trabalho visíveis e editáveis
- Canais administrativos e assistenciais separados
- Integração entre equipes clínicas e de apoio
Um único ambiente: padronizado, rastreável e institucional.
Por que estruturar a comunicação assistencial.
Decisões ágeis
A informação certa, para a pessoa certa, no tempo e local certos.
Coordenação integrada
Equipes, escalas e setores integrados no mesmo canal.
Segurança do paciente
Dados clínicos acompanham toda a jornada.
Eficiência
Menos ruído, menos retrabalho.
Rastreabilidade
Cada atendimento documentado do início ao fim.
Continuidade assistencial
As equipes recebem os pacientes com contexto completo.
Custo inteligente
Uma plataforma única, sem sistemas complexos ou caros.
*Políticas Internacionais Bring Your Own Device
